domingo, 9 de dezembro de 2007

Digite sua senha

Erro (x) login ou senha inválidos. Tente novamente.Ihh caralho! e agora ? esqueci a senha de novo ! E sinceramente não acho que eu esteja tão mal de memória...ou posso até estar, mas a quantidade de serviços tecnológicos de hoje, gerou uma nova praga moderna: a SENHA. Elas se reproduzem mais do que os coelhos em qualquer ambiente tecnológico minimamente favorávendo se espalhando aos montes!! Pior, temos que guardar e reconhecer cada uma dessas pragas em nossas cabeças e saber exatamente quais são as tuas! Veio então um amigo meu com uma simples e óbvia solução: ter todas senhas iguais. Não preciso nem dizer qual foi o resultado né ? Pronto, rodou!!Outro problema...nem sempre você consegue o mesmo login para diferentes serviços, e pasmem existem serviços q ainda palpitam na sua senha: " sua senha está fraca" "sua senha esta justa" hahahah era só o que me faltava....Por isso eu, contraditóriamente vou inventar um serviço para acabar com esse problema dos outros serviços... A identificação universal!ele vai se chamar "I-dentification" (o prefixo "i" se deve ao fato de que tudo que tem o nome "I- X" vira sucesso hoje em dia....não tem erro a fórmula é simples " I- x = $ " esse serviço vai estar disponiveis em todos os lugares que possuírem o selo da "i-dentification" e vai funcionar de forma mto simples....o serviço q tiver o selo fornece um código..e apartir do seu celular ou I-phone hehe vc digita o código fornecido e coloca sua única senha q terá q decorar na vida! se esquecer sua senha ou tiver bebado...vai poder até ligar para uma central...eles ja vao identificar q é vc pelo número ..fazer umas perguntas...e pronto..login feito! é isso! vou patentear essa idéia antes que o Stefano "aplique o crtl+c , crtl+r *, crtl+v nela".. * crtl+r é o comando para remixar idéias e textos......mas enquanto o serviço não estiver disponível....espalhemos uma senha e login socialista para serviços inúteis! tipo: Login vai ser sempre Login e senha vai ser sempre 123456789 ....ufa..é isso pronto falei! espero q não tenha que ter login e senha para patentear idéias! quem leu, leu. quem não leu...se fu...pronto falei!Marcola

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Tulse Luper Journey

Para os que conferiram a obra de Peter Greenaway, Tulse Luper: a life in suitcases no 16º Festival Internacional de Video Digital, e puderam ter uma noção do tamanho do projeto, que engloba três longas-metragens, um seriado, 92 DVDs, CD-ROMs, sites, livros e arte plástica. Este é um dos sites que fazem parte do projeto Tulse Luper: http://www.tulseluperjourney.com/

No site, o usuário tem acesso ao blog e ao game interativo, que tem como objetivo pesquisar a vida de Tulse Luper através da investigação das maletas. Você deverá se cadastrar e criar um perfil com nome e foto para iniciar suas investigações.



outros sites interessantes:
http://www.tulselupernetwork.com/ - banco de dados do projeto
http://petergreenaway.co.uk/ - site pessoal de Peter Greenaway

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Sala de Espera

Sala de Espera é uma interessante instalação da artista Beatriz Pimenta, exposta no mezanino do prédio do MEC, no Rio de Janeiro, simula uma sala de espera na qual brasileiros e muitos outros deportados já ficaram presos, aguardando o próximo vôo de volta para a terra natal.
Beatriz Pimenta escolheu mandar o projeto para a Funarte pois o mezanino do prédio do MEC lembra muito um saguão de aeroporto.



Uma pena que fica no Rio de Janeiro, mas a exposição vai até 21/12!

Prêmio Projéteis Funarte de Arte Contemporânea 2007/2008
6 de novembro a 21 de dezembro de 2007
Palácio da Cultura Gustavo Capanema - Mezanino

Rua da Imprensa 16, Centro, Rio de Janeiro - RJ21-2279-8092 ou


O Cinema Interativo

Na última aula discutimos sobre o cinema interativo. Fuçando um pouco a internet, achei um texto muito legal sobre esse assunto, que colocarei na íntegra, abaixo. O texto é de Cícero Inácio da Silva (será ele irmão do nosso querido presidente? fica a dúvida).

As imagens em movimento ganharam, assim como quase todas as áreas que tratam da imagem, novas formas de expressão e de reconhecimento. Antecedentes de movimentos como esses já foram experimentados e hoje fazem parte do cotidiano: as ferramentas conhecidas como câmeras, lentes e películas são diferentes e mais avançadas em relação às primeiras máquinas de captura de imagem. Quando se criaram as formas de filmar que permitiram a captação de luz com mais intensidade, ou que filmavam planos mais profundos e com mais visibilidade, a imagem daquilo que conhecíamos como mundo se alterou profundamente. A visibilidade que passamos a experimentar com as técnicas que surgiram e que operaram durante longo tempo como novidade, trouxe experiências de cunho radical não só no âmbito da visualização, mas também no âmbito sonoro. Com o passar dos anos, e com o aperfeiçoamento das técnicas de projeção e de captação de imagens, o cinema, aquele que ainda causa uma certa inveja aos programadores de computador que trabalham com imagens, conseguiu fazer com que surgisse uma discussão em torno dessa técnica como arte. Não foi um caminho fácil, e, até hoje, o cinema ainda reflete sobre questões de cunho sociológico, psicológico e econômico de maneira muito forte e com sérias implicações. Nesse contexto, o conceito de Hipercinematividade vem se instalar como procedimento de análise e também reflexão estética sobre os parâmetros do cinema em conjunção com as novas tecnologias. A seleção de filmes que utilizam as ferramentas digitais ainda é bastante reduzida, tendo em vista a dificuldade de se conseguir produzir filmes longas-metragens nesse suporte, mas já nos dá uma visão do que se pode denominar o “cinema interativo”. Indo mais longe ainda, a proposta do conceito de Hipercinematividade pode ser ampliada para outras problematizações que já devem começar a aparecer desde agora que são: porque fazer filmes nos quais você pode atuar? Porque fazer filmes esteticamente idênticos aos filmes tradicionais? Quais as formas que um filme que explora técnicas novas de captação poderá criar? São ainda questões incipientes, mas espera-se que o cinema interativo consiga se pensar como linguagem e não se deixe levar meramente pela técnica compulsiva e não pela plasticidade das formas, exatamente aquilo que deu mais vida ao cinema como o conhecemos hoje.


fonte:http://grupolola.spaceblog.com.br/70159/Cinema-Interativo/

Elocubrações sobre o autor no cyberspace

Final de semestre letivo é sempre a mesma coisa. É uma quantidade absurda de trabalhos a serem feitos em pouquíssimo tempo. Essa é uma realidade acadêmica que muitos, e eu me incluo nessa categoria, enfrentamos nesse fim de ano.

Viajando em meus pensamentos em uma viagem do trem, pensava eu a respeito desses trabalhos a entregar. Faltando alguns a serem entregues ainda e com a paciência já chegando ao fim pensei em recorrer à internet e copiar algum texto de lá (eu sei, é feio, mas minha consciência nessas horas deixa de ter qualquer influência sobre mim). Só que o problema dessa solução “genial” é que está muito fácil de pegar essa “cola”, por isso deve-se mudar as palavras que você copiou com sinônimos, mudar a ordem das frases e das palavras e isso dá mais trabalho do que escrever do zero com o próprio cunho. Foi então que me bateu a epifania. Tive A idéia, uma idéia mirabolante que separará a história antes e depois dela, a idéia que revolucionará toda a vida acadêmica mundial. A idéia consiste em um software que quando inserido um texto nele, ele automaticamente muda as palavras por sinônimos e dá uma ajeitada no texto. É o sonho de consumo de bilhões de estudantes ao redor do mundo, ficarei rico.

Passando o frenesi da descoberta e admitindo que eu nunca teria capacidade de criar um programa assim, comecei a viajar. Imaginem vocês que esse programa existe e que assim são feitos milhares de trabalhos e que todos são a versão remixada de um só. Imagine vocês que uma hora vão ter tantos trabalhos remixados que não se saberá mais qual é o original. Imagine vocês que terão remixes de remixes e que todo trabalho no mundo será o mesmo.
Loucura? também acho.

Na aula passada, tivemos a apresentação do grupo que falou sobre o cyber espaço. Uma das discussões que se seguiu foi a da autoração nesse espaço. Com máquinas fazendo arte e homens simplesmente apertando botões.

Essa minha invenção (que vou patentear, para que ninguém ganhe pelas minhas idéias. já aviso!) acabaria com qualquer espécie de trabalho autoral, e acho que isso já está acontecendo na internet.
Fica a reflexão.


E para quem quer saber mais sobre ciberespaço, fica a dica de uma monografia que achei na internet de Gerson Pastre de Oliveira.
Você pode lê-la no link abaixo.
http://br.monografias.com/trabalhos/ciberespaco-conexoes-interatividade-pessoas-tecnologias/ciberespaco-conexoes-interatividade-pessoas-tecnologias.shtml

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

OFF TOPIC -FOFOCA CINEMIDIÁTICA

"Ok ok...eu aumento mas não invento...." -> uma fofoquinha virtual para "relaxar"(uma das dicas..) e descontrair não faz mal a ninguém né ???....



Jean-Luc Godard confessa que roubou por amor ao cinema

O diretor franco-suíço Jean-Luc Godard, que no sábado receberá uma homenagem da Academia Européia do Cinema no 20º aniversário do prêmio, confessou que em sua juventude roubou por amor ao cinema.

"Era necessário. Ou pelo menos me parecia. Cheguei a roubar minha família para dar dinheiro a (Jacques) Rivette para seu primeiro filme. Roubei para ver cinema e para fazer filmes", explica o veterano diretor em entrevista ao semanário Die Zeit.
O diretor lembra com nostalgia os tempos da nouvelle vague e explica que naquela época havia "troca" de opiniões entre os diretores. Agora, nas rodagens só se fala com os técnicos, de quem não sabe o que acham dos seus filmes, acrescenta. Seu refúgio é o esporte, especialmente o tênis.
Godard será a estrela de gala dos 20 anos dos prêmios da Academia Européia do Cinema, que serão entregues no sábado, em Berlim. O diretor receberá o prêmio pelo conjunto de sua carreira.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

TV DIGITAL !

Galera....um textinho a respeito da tv digital....já que estamos vivendo o ápice de uma grande transformação..

Marco Rempel

Multimídia e games
TV Digital: escolha a TV e o set-top box



No dia 02 de dezembro, as emissoras começarão a emitir em São Paulo o sinal de TV digital. A maioria dos consumidores ainda não tem os equipamentos necessários para receber imagens em alta qualidade e usufruir os benefícios da TV Digital.
O equipamento fundamental é o set-top box, conversor que permitirá à sua televisão receber o sinal digital. Todos os aparelhos de TV usados pelos brasileiros precisam de um conversor para sintonizar os novos canais digitais, inclusive modelos LCD e plasma. Isso porque os aparelhos de TV vendidos até hoje (inclusive os que estão no mercado) são analógicos, incapazes de receber diretamente o sinal digital. Para ver a imagem em alta definição, será preciso conectar o conversor à TV e a uma antena UHF.
Computador multimídia
Os modelos de set-top box que começam a chegar ao mercado oferecem funções diferenciadas que variam de acordo com a tecnologia que está dentro deles. O conversor pode ser considerado um computador multimídia com configurações diferenciadas para oferecer recursos próprios da TV Digital, como multiformato, multiprogramação e interatividade. O primeiro dá suporte a várias resoluções de imagem (480i; 480p; 420p e 80i). Já a multiprogramação possibilita a navegação entre programas de um mesmo canal, enquanto que a interatividade permite que o telespectador interfira na programação.
Esses requisitos formam o modelo de set-top box mais avançado, no entanto, o conversor pode ser produzido com apenas parte deles, como é o caso dos modelos que estão chegando ao consumidor brasileiro. Mas, ao contrário do que muita gente possa imaginar, o aparelho mais básico é o mais indicado neste momento de transição. "A maioria dos brasileiros tem televisores com resolução de 480i, portanto, o mais indicado é que eles comprem um conversor básico", ensina Marcelo Zuffo, professor titular da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo).
Básico, médio e avançado
A caixinha mais básica só realiza a função de conversão de sinal. Ela conta com saída vídeo componente e vídeo composto e é compatível com resoluções de vídeo 480p. Os conversores mais avançados têm saída HDMI e suportam multiformatos e imagens de 480i até 1080i, que atualmente é a tecnologia televisiva mais avançada para visualizar imagens de alta definição.
Os conversores mais avançados, além de converter o sinal, permitirão interatividade e acesso a funções adicionais como, por exemplo, usar um disco rígido chamado PVR (Personal Vídeo Recorder), que substituirá os atuais videocassete, mas gravará com qualidade digital. No entanto, set-top boxes com o recurso de interatividade ainda não estão comercialmente prontos, porque o governo ainda não definiu a norma de aplicação da tecnologia conhecida como Ginga, explica Zuffo.
"A interatividade só deverá acontecer na metade do próximo ano", prevê Mario Fried, coordenador da TV Digital do C.E.S.A.R, centro de pesquisas que participou das especificações do modelo brasileiro de TV Digital. Zuffo, da USP, diz que os projetos públicos serão os promeiros a contar com esse recurso. "Existe um protótipo do Ginga em testes na universidade com 60% de implementação", informa.
E na prática?
Com a chegada da TV Digital, a imagem dos televisores com resolução de 480i que receberem um set-top box básico ficará melhor, ou seja, os chuviscos e sombreados vão acabar. "É difícil dizer com precisão o que cada telespectador verá por causa do modelo da TV que ele tem. Mas, uma coisa é certa, aquele monte de pontos e sombrados vão sumir. A imagem terá qualidade de DVD", explica o professor Zuffo.Quem quer aproveitar mais a qualidade do sinal digital precisará investir em uma televisão com resolução de tela mais alta. São os modelos chamados de HDTV (High-Definition Television - com resolução a partir de 1280 x 720 linhas) e Full HD (resolução de 1920 x 1080 linhas), com saídas HDMI e cabos de conexão entre conversor e TV com a mesma tecnologia. Além disso, os set-top box precisam ter as mesmas caracaterísticas e esses modelos custam mais caro. Com esses modelos, o telespectador terá qualidade de imagem semelhante a do cinema.
Vale lembrar o seguinte: uma televisão de plasma ou LCD não necessariamente tem tecnologia HDTV ou Full HD. E só vale a pena investir nesses modelos se eles tiverem um desses recursos. Caso contrário, sua TV de plasma ou LCD oferecerá qualidade similar à imagem gerada em um modelo de tubo com a chegada da TV digital.

(detalhe...esse set top box aí que ia a princípio custar 100 reais...Li esses dias aí no jornal que iam começar a vender por 500 mangos! .....) MARCO REMPEL